BIBLIOTECA DE ALEXANDRINA

| terça-feira, 17 de novembro de 2009


A Bibliotheca Alexandrina é uma grande biblioteca e centro cultural localizado na costa do Mar Mediterrâneo na cidade egípcia de Alexandria. É simultaneamente uma comemoração em homenagem a antiga Biblioteca de Alexandria, que foi destruída na Antiguidade e uma tentativa de reavivar o brilho e a importância da antiga biblioteca.

A biblioteca reconstruída foi aberta ao público em outubro de 2002, e contém por volta de 400 mil livros. Seu sofisticado sistema de computadores permite ainda ter acesso a outras bibliotecas. A coleção principal destaca as civilizações do Mediterrâneo oriental.
O projeto da biblioteca é da autoria de uma empresa de arquitetos noruegueses, a Snohetta. A construção demorou sete anos e foi inaugurada em 2002, mas a ideia nasceu em 1974. Os principais financiadores da instituição foram a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) e o governo egípcio e o custo total da obra rondou os 200 milhões de euros.
Inicialmente, a ideia era dotar a biblioteca de oito milhões de livros, mas como foi impossível angariar essa quantidade ficou pela metade. Assim, foi dada prioridade à criação de uma biblioteca cibernética. No local estão ainda guardados dez mil livros raros, cem mil manuscritos, 300 mil títulos de publicações periódicas, 200 mil cassetes áudio e 50 mil vídeo. No total podem trabalhar na Biblioteca de Alexandria cerca de 3500 investigadores, que têm ao dispor 200 salas de estudo.

A Fachada da Bibliotheca Alexandrina.A reconstrução da famosa Biblioteca de Alexandria resultou numa estrutura de forma incomum. A construção principal da Bibliotheca Alexandrina parece um gigantesco cilindro inclinado. A ampla fachada do cilindro central, de granito cinza, tem letras de alfabetos antigos e modernos. Dispostas em fileiras, as letras representam apropriadamente as bases fundamentais do conhecimento.
A maior parte do interior do cilindro é ocupada por uma sala de leitura aberta, com o piso em vários níveis. No subsolo há espaço suficiente para 8 milhões de volumes. Há também espaços reservados para exposições, salas de conferências, biblioteca para cegos e um planetário — uma estrutura esférica, à parte, que lembra um satélite. Esse prédio moderníssimo inclui ainda sistemas sofisticados de computadores e de combate a incêndios.
A estrutura integra, para além da principal, quatro bibliotecas especializadas, laboratórios, um planetário, um museu de ciências e um de caligrafia e uma sala de congresso e de exposições. A instituição pretende ser um dos centros de conhecimento mais importantes do mundo assim com sua antecessora.
Entrada da bibliotecaA Biblioteca Tahan Hussein é especializada em cegos e invisuais, a dos Jovens é dedicada a pessoas entre os 12 e os 18 anos, a das crianças é para quem tem entre seis e 12 anos, e a Multimédia está dotada com CD, DVD, cassetes áudio e vídeo, dispositivos e fotografias. Há ainda uma sala de microfilmes, uma de manuscritos e outra de livros raros.

O telhado de vidro e alumínio tem quase o tamanho de dois campos de futebol, este teto da biblioteca é um disco com 160 metros de diâmetro reclinado, que parece em parte enterrado no solo. Ele é provido de clarabóias, voltadas para o norte, que iluminam a sala de leitura principal.

Interior da biblioteca.Os espaços públicos principais ficam no enorme cilindro com o topo truncado, cuja parte inferior desce abaixo do nível do mar. A superfície inclinada e brilhante do telhado começa no subsolo e chega a 30 metros de altura. Olhando à distância, quando a luz do Sol reflete nessa superfície metálica, a construção parece o Sol quando nasce no horizonte. A entrada é pelo Triângulo de Calímaco, uma varanda de vidro triangular, assim chamada em homenagem ao bibliotecário que sistematizou os 500 mil livros da antiga biblioteca.

A sala de leitura tem vinte mil m² e é iluminada de forma uniforme por luz solar directa. Ao todo a biblioteca tem onze pisos, sete à superfície e quatro subterrâneos, sustentados por 66 colunas de 16 metros cada uma.

As paredes sem janelas revestidas a granito que sustentam a parte do círculo que fica à superfície têm incrustados os símbolos utilizados pela Humanidade para comunicar, como os caracteres dos alfabetos, notas musicais, números e símbolos algébricos, códigos das linguagens informáticas, etc.

BIBLIOTECA DE HARVARD

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A Biblioteca de Harvard é um sistema de bibliotecas centralizado na Widener Library em Harvar Year, compreende mais de 80 bibliotecas individuais e mais de 15 milhões de volumes. Segundo a American Library Association (ALA), isso a torna a maior biblioteca acadêmica nos Estados Unidos, e a segunda maior biblioteca do país (depois da Biblioteca do Congresso). Harvard descreve a sua biblioteca como a "maior biblioteca acadêmica no mundo"

Cabot Science Library, Lamont Library, e Widener Library são três das bibliotecas mais populares para estudantes usarem, com fácil acesso e localização centralizada. Há livros raros, manuscritos e outras coleções especiais. Harvard University Archives consiste principalmente de materiais raros e únicos. Possuí a coleção de mapas mais antigos da América.

BIBLIOTECA NACIONAL DO REINO UNIDO

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A Biblioteca Britânica (em inglês British Library) é a Biblioteca Nacional do Reino Unido localizada em Londres, uma das maiores do mundo. Atualmente, o seu acervo possui aproximadamente 150 milhões de itens e a cada ano incorporam-se à coleção cerca de três milhões de itens novos.

A Biblioteca Britânica contém, além de livros, mapas, jornais, partituras, patentes, manuscritos, selos, dentre outros materiais. Todos estão dispostos sobre 625 km de prateleiras que crescem 12 km a cada ano. O espaço para a leitura possui capacidade para mil e duzentos leitores.

A Biblioteca disponibiliza informações para estudantes, pesquisadores de ciências específicas e para executivos no Reino Unido e ao redor do mundo. A cada ano, seis milhões de buscas são geradas pelo seu catálogo online e mais de 100 milhões de itens são fornecidos aos leitores de todo o mundo.

Entre as coleções especiais da Biblioteca Britânica, constam o caderno de anotações de Leonardo da Vinci, material de 300 a.C. aos jornais atuais, a Carta Magna, a gravação do discurso experimental de Nelson Mandela, cerca de 50 milhões de patentes, 310 mil volumes de manuscritos, de Jane Austen a James Joyce, de Händel aos Beatles, mais de 260 mil títulos de jornais e mais de quatro milhões de mapas.

BIBLIOTECA DO CONGRESSO (EUA)

| sexta-feira, 13 de novembro de 2009


A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos é a maior biblioteca dos Estados Unidos e a maior do mundo (segundo o Livro dos Recordes). Localizado na capital dos Estados Unidos, Washington, DC, a Biblioteca do Congresso possui mais de 130 milhões de itens diferentes, disponíveis em cerca de 480 idiomas.

A Biblioteca do Congresso foi inaugurada em 24 de abril de 1800, quando o presidente norte-americano John Adams assinou um Ato do Congresso transferindo a sede de governo nacional, da Filadélfia para a nova capital federal, Washington.

A legislação destinou verbas de cinco mil dólares para a aquisição daqueles livros que eram necessários ao uso do congresso e para deixar um apartamento adequado para contê-los. A biblioteca original foi hospedada no novo Capitólio até agosto de 1814, quando as tropas invasoras britânicas colocaram fogo no prédio do Capitólio, destruindo o conteúdo da pequena biblioteca (que continha apenas três mil volumes).

A biblioteca é aberta ao público em geral para pesquisa acadêmica, mas turistas também podem visitá-la. Somente os portadores do "Cartão de Identificação do Leitor" podem entrar nas salas de leitura e ter acesso à coleção. Esse cartão está disponível no edifício Madison a pessoas que tenham, no mínimo, 16 anos de idade, comprovado pela apresentação de algum documento de identificação contendo foto e emitida pelo governo (ex: carteira de motorista ou passaporte). No entanto, somente membros do Congresso, juízes da Suprema Corte de Justiça, seus empregados, empregados da Biblioteca do Congresso e alguns outros oficiais do governo podem realmente fazer um exame minucioso dos livros.

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE

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A Biblioteca Mário de Andrade (BMA) é a principal biblioteca pública da cidade de São Paulo, Brasil. Fundada em 1925, a partir do acervo da Câmara Municipal, consolidou-se ao longo de sua história como uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Seu edifício-sede, localizado no centro histórico da capital paulista, é considerado um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade.

Detentora do segundo maior acervo documental e bibliográfico do país – atrás somente da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro –, a BMA é por excelência o órgão depositário de todos registros histórico-culturais da cidade de São Paulo. Seu acervo conta com aproximadamente 3,3 milhões de títulos, cobrindo todas as áreas do conhecimento humano, e conserva um amplo conjunto de incunábulos, manuscritos, brasiliana, gravuras, mapas e outras obras raras, majoritariamente produzidas entre os séculos XV e XIX